Restaurantes de Barra Grande

Barra Grande, no Piauí, é uma praia de muitos encantos, uma tranquilidade revigorante e onde é possível encontrar boa comida, apesar das poucas opções, são apenas 8 restaurantes e alguns só abrem aos finais de semana.

Reunimos nesta postagem nossa opinião sobre todos os locais em que comemos nos 5 dias em que ficamos em Barra Grande, em janeiro de 2016.

No primeiro dia comemos no Manga Rosa um escondidinho de camarão que estava bem gostoso, mas não serve muito bem duas pessoas, bebemos um drink e um refrigerante e gastamos R$ 130,00, achamos caro para pouca comida.

O melhor do Manga Rosa é o clima romântico do local.
Na padaria, provamos o Guaraná de Jesus.














A padaria definitivamente não é boa, mas só tem uma, então acabamos passando por lá quase todos os dias.

O Pomodoro Basilico é um restaurante de massas de um italiano que também é o chefe. Nele comemos uma massa com frutos do mar e um crepe de camarão muito gostoso. A massa não é fresca, mas estava no ponto e bem saborosa.


A melhor pedida de Barra Grande definitivamente é o Ora Buguer, uma lanchonete muito simpática, com sanduíches bem gostosos, inclusive com uma opção vegetariana. Ele fica no primeiro andar, no térreo funciona uma sorveteria deliciosa, tomamos um sorvete de castanha do Pará incrível.


Durante o dia os restaurantes ficam fechados, só é possível comer na padaria, que também serve almoço, mas não recomendamos, e num restaurante na entrada da vila, mas não comemos nele. A melhor pedida é pegar o carro e conhecer as praias do entorno onde é possível comer um peixe fresco, na beira do mar, por um preço bem interessante.


Esse petisco de peixe serra com farofa custou R$15,00. Uma delícia da Barraca do Pedim, no caminho de Cajueiro da Praia!

O paraíso fica ao lado


O encontro do rio Pacotí com o mar, entre a praia do Porto das Dunas e o Caça e Pesca, forma uma paisagem linda e praticamente intocada. 

Percorremos apenas 9km, saindo de nossa casa, em Fortaleza, para chegar ao Beach Park, onde estacionamos o carro numa rua próxima à praia e andamos mais 1km pela beira do mar, do sentido oeste, até chegar ao nosso destino.


Não existe nenhuma estrutura de barraca no local. Então, é bom trazer sua água e protetor solar. Algumas crianças brincam com seu pais, que estacionaram o carro com tração nas 4 rodas na margem do rio.


Algumas pessoas praticam Kitesurf, o vento constante e uma leve correnteza em direção ao mar devem ser ideais para a prática. Nós ficamos observando e nadando sem perceber o tempo passar. 

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Descobrir Barra Grande é preciso


Em busca de lugares lindos e pouco conhecidos do litoral nordestino nos deparamos com o minúsculo e encantador litoral piauiense, especificamente com a praia de Barra Grande, 450km de Fortaleza, pela Ce-085.

Programamos, então, nossa viagem para a segunda semana de janeiro. Chegamos num dia nublado, mas já ficamos encantados com a vegetação de mangue ao lado da praia, com o mar tranquilo e com a praia praticamente deserta.





No dia seguinte, pegamos o carro e fomos conhecer Cajueiro da Praia, que fica ao lado e é ainda mais bonita. Caminhando pela praia descobrimos uma pequena ilha que é possível conhecer na maré baixa, um encanto!



Conhecemos também o projeto de preservação do peixe boi e almoçamos na barraca do Pedinho, que fica no caminho de volta, em Barrinha. Pedinho nos recebeu com um sorriso no rosto e com um peixe assado bem sequinho, feito por sua mulher com todo o cuidado e simplicidade tão marcantes no local.

Passamos os outros dias andando pela praia de areia fofa e cheia pedrinhas, ficamos impressionados com a diferença entre as praias de areia fina do Ceará. A sensação de pegar a estrada, conhecer um lugar novo e cheio de encantos foi uma experiência tão prazerosa que nos deu uma desejo de continuar no caminho. Ainda bem que a viagem não acabaria por alí, depois de cinco dias em Barra Grande ainda teríamos mais três dias lindos em nossa querida e íntima Jeri.

(para explicar melhor nossa jornada, vamos dividir esta postagem outras três que falarão sobre a estrada, hospedagem, passeios e onde comer)

Jeri, o nosso lugar!


Definitivamente Jericoacoara é o nosso lugar preferido no mundo e, depois de mais de 2 anos sem viajar, o retorno tinha que ser para este lugar perfeito, onde as águas mornas e calmas do mar nos convidam para ficar e demorar.

O percurso
Pela primeira vez, resolvemos ir de carro até Jijoca e pegar uma condução até Jeri. Escolhemos a estrada do sol poente, CE 085, que, apesar de ser um caminho um pouco mais longo, não tem fluxo de caminhão, como pegaríamos na BR 222, e a estrada é melhor, apesar de ter alguns trechos com buracos (próximo de Jijoca) e em obras (próximo de Itapipoca). Viajamos ouvindo música e curtindo um caminho lindo que já fez a viagem valer a pena.


Onde deixar o carro
Chegando em Jijoca, colocamos o carro num estacionamento pago, escolhemos o Marley, que é um dos primeiros, pagamos entre R$ 10,00 e R$ 15,00 pela diária (só pagamos na volta) e pegamos uma lotação até Jeri que cobrou R$ 15,00 por pessoa. Aqui sugerimos uma atenção especial, pois assim que chegamos em Jijoca somos abordados para deixar o carro no primeiro estacionamento, que é mais caro, além disso, eles querem empurrar o frete de um carro que saia por R$ 100,00. Vai sair muito mais barato pegar uma lotação e já entramos no clima de aventura.

Caso esteja num 4x4 é melhor ir até Jeri mesmo, mas sugerimos que contrate um guia em Jijoca, pois certamente você irá se perder nas dunas sem a orientação de um guia. Eles cobram cerca de R$ 70,00 e podem ir de moto, lhe indicando o caminho. Neste caso, você deixará o carro num estacionamento na entrada de Jeri, pois não é permitida a circulação de carros de turistas na vila.

Onde ficar
Já experimentamos vários tipos de hospedagem em Jeri, de acampamento até pousada na beira do mar. Hoje sempre optamos pela pousada Ponta da Pedra, que além de ser a mais barata na beira mar, também é super honesta, cumpre o que promete, ou seja, é tudo simples, mas a vista é incrível e é bem organizada.


Em 2015, fomos no feriado do dia do trabalho e na última semana de julho. Agora em janeiro de 2016, vamos conhecer o litoral do Piauí e na volta vamos passar três dias em Jeri. Logo mais, faremos outras postagens com dicas de restaurantes e passeios não convencionais que descobrimos ao longo de 14 viagens ao local. Mas finalizamos esta postagem com um clichê de Jeri, mas que é realmente um estupor: o pôr do sol no mar.


2 anos sem viajar













Dia 07 de julho de 2012 falamos sim um para o outro, depois de 14 anos de namoro. Optamos por um casamento civil, super simples, num restaurante super romântico de Fortaleza e com a presença de sessenta dos nossos melhores amigos e familiares mais próximos.

Os dois anos seguintes foram de economia total para pagar nosso apartamento e conquistar o sonho da casa própria. Para isto, passamos 2 anos e seis meses sem viajar, sem ir ao cinema, sem ir para shows, mas muito felizes por estarmos mobiliando nosso apartamento e antecipando o financiamento.

Em janeiro de 2015, com apartamento quitado, resolvemos retomar nosso desejo de pegar a estrada. Nosso sonho mesmo é sair viajando pelo mundo, num Trailer, mas por enquanto estamos no nosso Gol 1.0,  2009, viajando pelos lugares mais belos do Nordeste.